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7 mentiras que você aprendeu sobre os dinossauros em Jurassic Park

A franquia de filmes Jurassic Park já levou milhões de pessoas aos cinemas no mundo inteiro. Apesar do incrível mundo construído por Spielberg e de todos os produtos, as imprecisões nos filmes são enormes. Obviamente, os filmes são obras de ficção e de fato nunca apontaram um compromisso de retratar os dinossauros como um documentário produzido pela National Geographic.

Entretanto, a saga cinematográfica tomou liberdades artísticas até mesmo em fatos muitos simples sobre aquilo que sabemos sobre a existência dos dinossauros. Pensando nisso, hoje, listamos algumas dessas “mentiras” contadas na franquia Jurassic Park e que vocês podem não saber. Confiram!

1 – Spielberg basicamente criou um novo dinossauro

O Velociraptor é provavelmente o dinossauro mais famoso da franquia Jurassic Park. No entanto, quase todas as ideias sobre ele têm pouca ou nenhuma base científica. Os Velociraptors provavelmente teriam o tamanho de um peru e pesariam cerca de 13 quilos. Eles se pareceriam com pássaros e ostentariam algumas penas.

E, embora eles comessem carne, eles não eram carnívoros sedentos. Devido ao seu tamanho e peso, eles não teriam tamanha agilidade apresentada nos filmes. A velocidade máxima alcançada por eles seria de aproximadamente 60 km/h.

2 – Um T. rex não poderia lhe perseguir

Segundo a ciência, se o T. rex corresse tão rápido quanto nos filmes, suas pernas se quebrariam devido ao peso de seu próprio corpo. Em pesquisas recentes, e com o auxílio de modelagem sofisticada, cientistas descobriam que as corridas, como as apresentadas nos filmes, não seriam suportadas pelo esqueleto de um T. rex.

Dessa forma, ao invés de correr por cerca de 70 km/h, é muito provável que eles pudessem correr em uma velocidade que podia variar de 8 a 24 km/h. Assim, você poderia perfeitamente escapar deles.

3 – Não se pode obter o DNA de um dinossauro a partir de mosquito

As condições necessárias para a clonagem de um dinossauro vão muito além de um mosquito preso dentro de um pedaço de âmbar. O mosquito, que precisaria ser fêmea, precisaria consumir uma tonelada de sangue e ser imediatamente envolto em seiva de árvore após sua alimentação. E mesmo que o DNA fosse preservado, uma extração de amostra não comprometida seria algo quase impossível.

Além do mais, os insetos apresentados no filme surgiram muito depois que os dinossauros foram extintos. Em 2017, cientistas encontraram um carrapato preservado em âmbar, junto de uma pena, tornando esta a experiência mais próxima do que sugere o filme. Os cientistas não conseguiram definir de que tipo de dinossauro o carrapato se alimentou. Eles apenas sabem que foi de um dinossauro porque o âmbar data do período médio do Cretáceo. As tentativas para colher amostras do DNA do dinossauro no carrapato falharam.

4 – Dilophosaurus apresentou habilidades que provavelmente ele nunca teve

Apesar de parecer incrível que um dinossauro possa usar como arma de defesa e ataque um cuspe fatal de veneno, ninguém sabe ao certo se o Dilophosaurus poderia fazê-lo. Com seus 6 metros de comprimento, é muito provável que esse dinossauro tenha matado suas presas facilmente sem veneno.

Sobre aquele truque com uma espécie de colar elisabetano saindo de seu pescoço, com todo seu comprimento, ele não precisaria se parecer maior ou mais assustador do que já era. Entretanto, o Dilophosaurus, de fato estava presente no período Jurássico. Ponto para os produtores do filme.

5 – Os dinossauros não apresentaram algo muito importante

Em nenhum dos filmes da franquia Jurassic Park, nenhum dos dinossauros é mostrado com penas. E esse é um grande problema. Evidências encontradas na Sibéria sugerem que todos os dinossauros, e não apenas algumas espécies, possuíam penas. Um fóssil de 160 milhões de anos indica que as penas existiam não somente em dinossauros que apresentavam semelhanças com as aves. Porém, para sermos justos, o fóssil siberiano só foi encontrado duas décadas após o primeiro filme.

6 – Braquiossauros não espirram

Os braquiossauros não ficam sobre suas patas traseiras como cães pedindo carinho. Por mais fofo que seja essa cena, certamente esse enorme dinossauro tombaria caso tentasse fazer isso. Esses dinossauros de cerca de 25 metros de comprimento e 62 toneladas, jamais conseguiriam escalar montanhas.

E sobre os espirros, eles provavelmente não espirravam. Isso porque a pressão poderia explodir suas cabeças depois de percorrer um pescoço tão longo quanto eles tinham.

7 – Períodos de tempo confusos

Algo muito básico para qualquer filme jurássico seguir, seria retratar fielmente os períodos de tempo corretos. Porém, infelizmente, isso poderia estragar a magia e a ideia de um mundo repleto desses seres já extintos. O estegossauro e o tricerátopo nunca viveram no mesmo período de tempo, por exemplo. O tricerátopo  viveu há 65 milhões de anos, no período cretáceo. Já o estegossauro viveu há cerca de 150 milhões de anos.

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