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Conheça Ian Black, o fundador da agência de publicidade New Vegas

Ian Black, fundador da agência News Vegas - Foto: Divulgação
Ian Black, fundador da agência News Vegas - Foto: Divulgação Programa Inova 360

Empreender e ser bem-sucedido não é uma tarefa fácil. Exige perseverança, liderança, planejamento, iniciativa, rede de contatos, autoconfiança e eficiência, segundo especialistas.

No caso do empresário Ian Black, 41 anos, fundador e diretor-executivo da agência de publicidade New Vegas, a veia empreendedora aflorou quando ele se viu diante de uma situação inesperada, assim que montou sua agência.

Diante das dificuldades iniciais, ele optou por perseverar e permanecer na jornada empreendedora. Hoje a New Vegas, fundada em 2011, tem clientes como Bradesco, John Deere, Pantene, Gillette, entre outras grandes marcas.

Na entrevista abaixo, Reginaldo Pereira, apresentador do programa Inova360 da Record News, entrevista o empresário sobre empreendedorismo, hábitos e visões de negócio. Confira.

Reginaldo Pereira: Qual a sua rotina de trabalho Ian?

Ian Black: Acordo as 5h, passeio com os cães, faço exercícios, vou para o trabalho, faço reuniões, e despacho coisas. Almoço em alguma reunião fora do trabalho, volto para agência e o jantar é com algum amigo ou relacionado a algum projeto pessoal. Volto para casa para alimentar os cães e dormir.

Reginaldo Pereira: Conta para gente um pouco da história da New Vegas e qual o tamanho do seu mercado?

Ian Black: A agência de publicidade New Vegas, tem nove anos de existência, começou do zero, sem nenhum investimento, e hoje possui algumas conquistas. Atendemos grandes clientes como Bradesco, next, John Deere, Duratex, Pantene, Downy, Gillette, Gillette Vênus e outras marcas.

Temos a felicidade de todos esses clientes terem chegado até a gente porque ouviram falar do nosso trabalho e nos convidaram para isso.

Temos uma equipe diversa, onde a maioria sempre foi feminina e a maioria das líderes é de mulheres. Nosso objetivo é nos tornarmos uma das maiores referências a partir de um novo modelo de agência, onde não se pratica BV (bônus de veiculação, uma espécie de benefício cobrado pelas agências de comunicação sobre o valor do investimento em mídia), onde não se concorre a prêmios, há um respeito no atendimento ao cliente e aos funcionários. Nossa preocupação está voltada à transparência e a como nosso trabalho contribui diretamente para os objetivos de negócio dos nossos clientes.

Reginaldo Pereira: Como foi a sua trajetória profissional? Houve algum momento de superação e uma lição aprendida durante sua carreira?

Ian Black: Sou de uma família muito pobre da periferia da Grande São Paulo. Não tive formação superior, acadêmica, e entre os 14 e os 28 anos só havia trabalho em lugares que eu detestava. Na publicidade, quando entrei em 2007, pude finalmente colocar meu conhecimento para fazer algo que eu realmente gostava e com pessoas que eu admirava.

Trabalhei em agências ao longo de dois anos e meio e mais um ano como freelancer. Nesse período, o convite de uma agência para que eu montasse uma estrutura externa para atender um dos seus clientes, me fez alugar uma casa e contratar pessoas. Acontece que esse trabalho foi cancelado e eu resolvi não me desfazer dos compromissos assumidos. Fui atrás de novos clientes e chamei aquilo de agência. Foi no final de 2010, quando a New Vegas começou.

Reginaldo Pereira: Como tem inovado e como lida com a transformação digital?

Ian Black: A principal inovação é humana, em como você provê para as pessoas que trabalham contigo suporte emocional, educacional e profissional. O resultado disso é uma equipe que atende melhor, trabalha melhor e principalmente vive melhor, entendendo que uma vida digna é possível.

Reginaldo Pereira: Você tem uma dica de alguma ferramenta, processo, técnica, livro, curso, etc., algo que fez a diferença em sua vida profissional?

Ian Black: Atuar com amor e gratidão, entender que empatia significa construir a partir da perspectiva alheia.

Reginaldo Pereira:Vamos fazer um exercício de futurismo, o que vem por aí?

Ian Black: A gente pode tanto melhorar muito quanto piorar muito. Depende muito da escolha que vamos fazer como empresariado. Se continuarmos num caminho de liberou geral, onde acabamos com a saúde e com a educação públicas, acabamos com as leis trabalhistas e incentivamos uma polícia violenta, com foco em defesa patrimonial, o que teremos é uma sociedade à beira de um colapso de todos os gêneros e que tende a ferrar com a economia. E tem o caminho que é o empresariado tomar vergonha na cara e adotar uma postura mais humanitária.

Reginaldo Pereira: Você pode citar uma frase que é sua referência pessoal?

Ian Black: …e tá tudo certo.

 

Redes Sociais de Ian Black:

Instagram: @ianblack

Linkedin: https://www.linkedin.com/in/ianblackbr/

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