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Antes de eleições dos EUA, Twitter amplia regras sobre desinformação

Rede social foi palco de influências estrangeiras em eleições de 2016
Rede social foi palco de influências estrangeiras em eleições de 2016 Pixabay

O Twitter disse nesta quinta-feira (10) que irá remover de sua plataforma informações incorretas publicadas com o objetivo de minar a confiança na eleição dos EUA, incluindo publicações que alegam a vitória antes da divulgação dos resultados ou que incitam uma conduta ilegal para evitar uma transferência pacífica de poder.

O Twitter disse em seu blog que está atualizando suas regras para reconhecer as mudanças na forma como as pessoas votarão na eleição de 3 de novembro e tentar se proteger contra a supressão de eleitores e conteúdo enganoso em sua plataforma.

A rede social também afirmou que colocaria alertas ou removeria informações incorretas, que criem confusão sobre leis, regulamentos e funcionários envolvidos em processos cívicos, bem como alegações contestadas que poderiam minar a credibilidade do processo, como informações não verificadas sobre apuração de votos ou sobre fraude eleitoral.

Um porta-voz do Twitter disse que se o conteúdo conter mentiras específicas ou tiver potencial de causar maiores danos será determinado se será removido ou terá um alerta e teria seu alcance reduzido.

As empresas de mídia social há muito estão sob pressão para combater a desinformação depois que agências de inteligência dos EUA determinaram que a Rússia usou suas plataformas para interferir nas eleições de 2016, alegações que Moscou negou.

O Twitter disse que suas regras seriam "aplicadas igual e criteriosamente para todos". A nova política, que é global, entrará em vigor em 17 de setembro.

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