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7 fatos que você não sabia sobre as fazendas de corpos

Você já ouviu falar em fazendas de corpos ou fazendas de cadáveres? Pode parecer coisa de filme de terror, mas essas são fazendas onde corpos se decompõem ao ar livre. Dessa forma, nesses lugares, cadáveres ficam ao ar livre por muito tempo, semanas ou até meses. Nesse sentido, esses locais funcionam como “cemitérios forenses” e ajudam a solucionar diversos crimes.

De maneira científica, esse locais são chamados de laboratórios de tafonomia e atuam estudando o que acontece com um organismo após a morte. Sendo encontradas nos Estados Unidos, na Austrália, Canadá e Reino Unido, essas fazendas são motivos de muita controversa. Por isso, trouxemos 7 fatos que você não sabia sobre as fazendas de corpos!

1 – Tudo começou com vermes

Na década de 1970, o antropólogo forense William Bass descobriu uma nova variável em cadáveres, os vermes. Com isso, depois de muito tentar, Bass passou a utilizar uma fazenda de 1,3 acres, cedida pela Universidade do Tennessee, nos EUA, para estudar o processo de decomposição em humanos. Assim, antes do final da década, a primeira fazenda de corpos havia sido criada.

2 – Por que as pessoas doam seus cadáveres para fazendas de corpos?

Apenas a fazenda de corpos de Universidade do Tennessee já conta com cerca de 1.800 cadáveres em seu terreno. Mas, afinal, por que alguém concordaria em ser testado dessa maneira? Para muitas pessoas, contribuir com a ciência já é um motivo mais do que válido para doar seu corpo após a morte. Para outras pessoas, essa também pode ser uma forma de evitar custos funerários.

3 – Muitos estudos de corpos acabam sendo interrompidos por abutres

Em média, cada fazenda expõe cerca de 50 cadáveres por vez. Com isso, alguns ficam no sol e outros na sombra, para entender as diferentes condições de decomposição. Desse modo, muitos corpos acabam ficando expostos e vulneráveis a animais, como abutres, por exemplo. Além de também, ratos e outro predadores. Por isso, muitos corpos acabam sendo descartados em um período que varia de seis a 12 meses.

4 – De onde surgiu o nome “fazendas de corpos”?

Em inglês, as fazendas de corpos são chamadas de body farms. Assim, ainda que tenham sido criadas nos anos 1970, o termo apenas começou a ser usado na década de 1980, como uma gíria da polícia de Knoxville, nos EUA.

5 – Além de local pesquisas, as fazendas também treinam policiais forenses

Em algumas fazendas, policiais forenses vão até às fazendas para enterrar e desenterrar corpos. Isso acontece para eles entenderem melhor a anatomia dos ossos e outras informações.

6 – O que acontece depois do processo de decomposição?

Quando o corpo chega em um ponto em que já não é mais útil para os pesquisadores, os restos mortais são armazenados para fins de comparação. Desse modo, essa comparação funciona principalmente para a análise das articulações e estruturas esqueléticas.

7 – Essas fazendas possuem os direitos das imagens dos corpos

Se você tem receio de que imagens do seu corpo possam parar em documentários do National Geographic ou em artigos, por exemplo, é melhor não doar seu corpo para fazendas de corpos. Isso porque, uma vez autorizado o estudo do corpo, também é autorizado o “direito de imagem” do corpo para fins ilustrativos.

Essa matéria 7 fatos que você não sabia sobre as fazendas de corpos foi criada pelo site Fatos Desconhecidos.

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