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Cientistas descobrem espécie de macaco que existe há 1 mi de anos

Ainda muito pouco se sabe sobre a história evolutiva da espécie
Ainda muito pouco se sabe sobre a história evolutiva da espécie Zoological Research

Uma pesquisa realizada pelo Centro Alemão de Primatas (DPZ) e a ONG Fauna e Flora Internacional (FFI) revela a descoberta de uma espécie de macaco que já existe há pelo menos 1 milhão de anos, mas não havia sido regirstrado pela ciência. O estudo foi publicado nesta quarta-feira (11) na revista científica Zoological Research.

O primata recebeu o nome de Papa langur e pode ser encontrado em Myanmar, país no sudeste asiático. Seu nome foi atribuído em homenagem ao Monte Papa, local sagrado que abriga cerca de 100 dos 250 exemplares que restam no mundo.

Para chegar à conclusão de que o Papa langur ainda não havia sido descoberto, os estudiosos contaram com uma extensa pesquisa de campo em Myanmar e com informações de museus. O cientiscas estudaram inclusive um espécime de 100 anos do acervo do Museu de História Natural, em Nova York, nos Estados Unidos.

Ao analisar o material, os pesquisadores perceberam, que a espécie de fato ainda não havia sido registrada até o momento.

“'Este estudo demonstra que as coleções de história natural são um recurso valioso e importante para a pesquisa genética e, no contexto da atual crise da biodiversidade, são claramente ainda mais relevantes e importantes hoje do que nunca”, afirmou o curador sênior encarregado dos mamíferos do Museu de História Natural, Roberto Miguez.

Segundo o pesquisador da DTZ, Christian Roos, a nova espécie, que se distingue por sua cor, comprimento do rabo e tamanho do crânio, teria se deparado de outros langures há cerca de 1 milhão de anos. Apesar dos numerosos estudos morfológicos e genéticos, ainda muito pouco se sabe, no entanto, sobre a história evolutiva da espécie.

*Estagiária do R7 sob supervisão de Pablo Marques

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