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Uber sofre prejuízo de US$ 1,1 bilhão no trimestre, mas Eats cresce

A crise que atingiu a Uber com a pandemia de COVID-19 persistiu no último trimestre, de acordo com dados divulgados pela empresa nesta quinta-feira (05). Com prejuízo de US$ 1,1 bilhão, a companhia registra uma queda de 20% na receita líquida em relação ao mesmo período de 2019.

Uber Eats (Imagem: Robert Anasch/Unsplash)

Uber Eats (Imagem: Robert Anasch/Unsplash)

O maior ofensor é o serviço de caronas, que é carro-chefe da empresa. Nesse setor, a reserva bruta caiu 52% ano contra ano. Apesar do declínio, os dados sugerem uma recuperação à medida que as medidas restritivas relacionadas à pandemia vão ficando mais flexíveis – no segundo trimestre a queda registrada foi de 73%.

UberEats cresceu surfando a onda das entregas

Já a divisão de entregas da Uber continua a crescer – a empresa relatou aumento de 190% na receita líquida ajustada do setor (que desconta incentivos, pagamentos por indicação de motoristas e reembolso pelos equipamentos de proteção contra COVID-19), e de 135% nas reservas brutas do Eats. A escalada no ano contra ano é um reflexo do aumento de demanda por delivery durante o isolamento social.

O serviço vem expandindo seus recursos e opções de entrega nos últimos meses – em julho, a Uber anunciou uma nova modalidade para entregas de supermercado, além da compra da Postmates, serviço de entregas rival no mercado norte-americano.

De acordo com Dara Khosrowshahi, diretor executivo da Uber, a empresa está otimista em relação aos próximos meses. “Todas as primeiras evidências que vemos deixam cada vez mais claro que é uma questão de quando, e não se, nosso negócio de mobilidade vai se recuperar”, explicou em uma teleconferência com investidores.

O CEO também acredita que a categoria de entregas pode continuar a apresentar crescimento exponencial. Atualmente, o UberEats conta com 560  mil restaurantes cadastrados em sua plataforma, sendo cerca de 30% nos Estados Unidos.

Com informações: The Verge e CNBC

Uber sofre prejuízo de US$ 1,1 bilhão no trimestre, mas Eats cresce

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